Predictive Powertrain Control para montagem posterior no Actros

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Ladeira acima!

Serviço de topo e foco na rentabilidade – é esta a receita de sucesso da Hasler Transport AG. Para um consumo ainda menor, os suíços montaram posteriormente o Predictive Powertrain Control em sete Actros. Poupança: mais de cinco por cento – apesar da percentagem de estradas nacionais comparavelmente baixa.

Avaliado em pormenor. Gerente Bruno Lusti (dir.) e motorista Roger Walser na consulta da análise do consumo.

Caixas de cartão cheias de latas de alumínio, para além de Ergotrainers e pequenas cubas com limpadores de espuma, todos arrumados em segurança em paletes. "Transportamos praticamente tudo, exceto material a granel e animais", diz Roger Walser – enquanto ao seu lado uma estrutura de transporte carregada com meia dúzia de motas de motocross é empurrada pelo armazém de transbordo. Walser é motorista da Hasler Transport AG. Os mais de 45 camiões da transportadora de Weinfelden em Thurgau, a um pulinho da margem sul do Bodensee, percorrem toda a Suíça. Geralmente transportam carga geral. "Vamos buscar a mercadoria ao cliente, transbordamo-la aqui e entregamo-la o mais tardar no dia seguinte", diz Bruno Lusti, um dos gerentes da empresa com 75 colaboradores.

Na Suíça, o negócio da carga geral – ao contrário do que se passa na Alemanha – continua forte, diz o gerente com quatro décadas e meia de experiência nos transportes e na logística. Contudo, o sucesso duradouro exige a máxima rentabilidade na empresa. "Um elemento de controlo central é o consumo – e claro que menos consumo poupa simultaneamente o meio ambiente", diz Lusti.



A empresa de Thurgau é apoiada há algum tempo na poupança de combustível – pelo Predictive Powertrain Control, o Cruise Control preventivo da Mercedes-Benz. Em 2015, a Hasler Transport AG mandou montar posteriormente o sistema em sete Actros. Este reduz ainda mais o consumo do Actros, que já de si é económico, através da associação de dados GPS com mapas topográficos e a Mercedes PowerShift 3. Assim, em quase 300.000 quilómetros de estradas nacionais, pode integrar na automatização um modo de condução adaptado ao percurso. Por exemplo, usando picos de balanço nas descidas ou desacelerando atempadamente antes de cumes.

"A montagem posterior na nossa oficina autorizada demorou apenas algumas horas", afirma Lusti. E sobretudo: o consumo dos camiões equipados com o Predictive Powertrain Control diminuiu na medida esperada. "As nossas avaliações mensais mostram que os camiões poupam em média mais de cinco por cento de gasóleo." Um resultado excelente – também com vista à percentagem de estradas nacionais bastante reduzida nas viagens pela Suíça. Tendo em conta os 700.000 a 800.000 litros de combustível que a empresa de Thurgau tem abastecido anualmente até agora, o investimento compensa. "Não há dúvida: o sistema tem futuro!"

Também o Actros de Roger Walsers tem o Predictive Powertrain Control a bordo. "Utilizo-o abundantemente", diz ele. "Aqui na Suíça as estradas nacionais não têm grandes desníveis porque há muitos túneis. No entanto, o sistema é claramente sentido." O motorista vai dar um pulo a um cliente e está a alguns quilómetros da sede da empresa em Weinfelden. Ali o seu Actros é carregado com mobiliário de escritório. As entregas de mobiliário, com montagem, estão a tornar-se crescentemente importantes para a Hasler Transport AG. "Temos simplesmente de oferecer um pouco mais do que os outros!" Hoje a viagem é para perto de Genebra. São quase 350 quilómetros – nos quais o Cruise Control preventivo estará ativo.


Predictive Powertrain Control para montagem posterior.

O Predictive Powertrain Control existe como solução de montagem posterior para quase todos os Actros, Antos e Arocs. Os requisitos principais são uma matrícula nova a partir de setembro de 2012 e a caixa totalmente automatizada Mercedes PowerShift 3. O pacote de montagem posterior consiste no essencial numa unidade de controlo, uma antena GPS e uma cablagem especial. A instalação por exemplo num centro de veículos comerciais Mercedes-Benz demora, dependendo da variante da cabina, cerca de duas horas e meia. Não é necessária uma inspeção por uma entidade inspetora como o TÜV.

Fotografias: Sebastian Vollmer

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